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sábado, 9 de maio de 2026

Enfrentamento e sensação


 No Caminho e  o que gera propósito.

Aquelas e aqueles que provocam seu pensamento e consciência e todo o magnetismo do Absoluto.

Sensações de fastio e deslumbramento se alternam. 

Fogos e geleiras  neste espírito ansioso de um futuro mortal. 

Refletir sobre os estímulos que oferece a si mesma.

Por que, onde , quando, o que Voce sabe de Voce mesma?

Então tudo se resume. 

Como resumir tudo?

Alternância, flexibilidade, amontoado de palavras e surge a fúria de enfrentar, fazer sua vontade comportamento observável, assumir as responsabilidades de seus atos e elas materializam - se.

E aqui Voce esta desfrutando de suas escolhas e renúncias.

Em outra  caverna amar infinitamente mas fundo como o Cosmo.

Adoramos a Caminhada sabendo que a maravilha de Voce pertencerá sempre ao que tive acesso de conhecer.

Que bom Voce aqui.

 Sinta- se beijada. Ame- se muito.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Ciclo encerrado, novo ciclo


 No Caminho e a consciência dos ciclos.

As cinzas da quaresma, o refluxo da embriagues, lascívia e inconsequência.

A delícia da contradição, da irracionalidade, de todas as espécies de amor, o aprendizado  necessita plasticidade e humildade.

Constatar é Poesia.

Voce esta em eterno surf pelas galáxias comigo.

Existe a sensação de que  se repete , mas não é o mesmo. 

 O movimento é a expressão da vida.

Como Voce sente seu tempo?

A angustia de não amar o suficiente  impulsiona a sequência dos fatos.

 Como lidamos com os ciclos?

Como a civilização tecnológica   se apropriou deles.

 Levam ao extremo, Gaza, Parolin em chamas,  o mundo de Epstein,  o Brasil do Master e do Carnaval, das influencers, das famílias retratadas em latas de conserva, da indignação, do amanhã esta esquecido e só lembramos do que nos favorece.

Configura- se verso, frases soltas, alguma possibilidade de redenção?

Como bolha explode o coração ardente de desejos e amargurado pela materialidade das dívidas.

Dor e mar é Poesia.

O que Voce quiser e puder e for livre o suficiente escorrerá destes dedos ansiosos.

Volte constantemente nos seus ciclos enquanto viver.

Ame - se muito.



sexta-feira, 16 de março de 2018

Sobre a servidão voluntária


No Caminho e a plenitude.
As reflexões se misturam como as águas e os destroços da cidade.
A morte no Rio de Janeiro, a tristeza do Brasil degenerado,  o desrespeito em geral , a imundície.
É necessário irmos para muito além disto,  precisamos absorver as carências, lutar contra as injustiças, amenizar a dor  de quem pudermos oferecer nosso carinho.
Desenvolver o corpo como o receptáculo da mente voraz, destemida, insaciável. Estamos no trajeto da serenidade.
A espada afiada , embainhada, o olhar de desapego, a luta no paradoxo da sociedade dos prazeres.
Sobre  a luxúria, o amor, a dor do luto, o crescimento das plantas, um dia depois do outro.
Amar e suportar, desfrutar, e ou é,  nos maravilhamos ou nos perdemos nas palavras, estas se consomem em bytes para o esquecimento ou a  imortalidade...
Voce está aqui. 
Curiosa, perguntando ou respondendo, afastando, aproximando, marcando prazos, desejando  clientes, construções e cores e inovações e marketing e tudo pode ser fruto de uma ansiedade sem limites pois nos desejamos mais e mais...
Quando tudo tornar- se tolice o diamante estará em seu coração.
Descobrimos Étienne de La Boétie (1530-1563) e sua obra Discurso sobre a servidão voluntária,tradução Evelyn Tesche,1º edição em portugues 2017.
Por que alguém se submete? Por que somos obedientes?
A servidão voluntária está em nossos hábitos, escravizados pelo dinheiro, pela pressão  que nos impomos , a sociedade e seu código.
A servidão se reflete em como lidamos  com  os ódios, as dores insuportáveis de perdas que jamais retornarão.
Quais  nossos limites de tolerância e suportamento de assassinatos e estupros mentais e físicos?
O que nos permitimos obedecer? Este limite  é imposto pelo indivíduo e socialmente cobrado . 
Nos submetemos as armas, ao dinheiro, ao amor, ao mêdo da morte.
Como nos submetemos, qual a nossa dor, que desrespeito a faria matar ou morrer?
No Caminho nos submetemos ao treinamento árduo, o olhar para o pico da montanha.

  A servidão é amarga e a liberdade é doce, e devemos ter piedade daqueles que tem o pescoço sob jugo.
Étienne de La Boétie






segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tributo a Quino


Muitos livros e idéias percorrem esta mente angustiada.
Por uma dor que não passa, a ansiedade de querer mais e mais e amar Voce e o tempo se esgota em milhões de coisas a aprender...
A ansiedade se entorpece escrevendo duas ou tres fases resumidoras.
Toda Mafalda e O julgamento de Nuremberg foram as obras lidas durante este período de reflexão e encontro com os mistérios de cada dia ser único.
Toda Mafalda é   a obra de Quino, artista argentino com quadrinhos conhecidos no mundo. O discurso de crítica da Mafalda é a humanidade clamando por alguma racionalidade afetuosa.Aprender sempre .
O julgamento de Nuremberg foi um marco na história da humanidade visando a reafirmar depois da barbárie os princípios que devem orientar na fuga da banalidade do mal...
Este permanece e no Brasil a quebra de valores , a inconsequência e o relativismo de tudo nos coloca em constante dúvida sobre o que é  a justiça social.
Temos a responsabilidade de pensarmos os minutos...