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domingo, 16 de outubro de 2011

O véu





Muito tempo só chuva, da janela observa os pássaros , os ruídos da rua são lentos aos finais de semana, ao longe continuam as obras e de Chopin em suas intermináveis escalas sente que pode ser uma gota no Caminho, um neurônio de lembrança , fazer alguma diferença para alguém.
Voce que lê é o alvo de todo o Amor.
O tema será sobre o véu.
Aquilo que cobre, esconde, separa algo da vista, envolve em um pano, faz seu uso um tabu, um poder, uma escravidão.
O véu é uma sujeição ou uma libertação imposta pela religião.
Dissertar significa apresentar os dados, as pesquisas, os inúmeros pensamentos e digressões possíveis.
A busca sem fim de alguma Verdade.
O relativismo como mãe de toda a tolerância e dignidade das pessoas humanas.
Existem as pessoas não humanas.
E parece que estas ordenam o mundo.
É um direito utilizar- se do véu para ser identificado á partir dele.
Nunca deverá retirá-lo.
Quem professa o uso do véu acredita em algo que é maior que as leis humanas.
O além da compreensão guia seus atos.
Tudo se justifica .
O Senhor é Absoluto.
Pode- se não acreditar no Absoluto?
Seus múltiplos significados envolvem os valores mais profundos, os que geram ódio e amor, a guerra sem fim, no que acreditamos que vale a pena viver, fazer algum sacrifício.
Existirão estes valores?

Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
Existe um único Deus que é Alá. E Maomé é seu Profeta.

A identidade de alguem envolve o véu.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Zen da Intensidade

A necessidade de amar intensamente, tão eterno que se dissolve na velocidade onde se discute que pode ultrapassar a da luz.

Tão rápido e desta maneira a meditação da imortalidade ressurge.

Horas que não sentimos passar, o que acontece quando tudo flui perfeitamente?
O vento passando por Voce, tomando todos seus poros, o único pensamento possível é estar viva.
Advirão do pensamento grego, da busca de alguma inovação por intermédio do pensamento não linear?
Serão as estátuas?

Poderão as obras do pensamento milenar, as lembranças de cada um, estes não são os melhores momentos que podemos ter?
A chuva toma todos os espaços, o corpo não esta em sua melhor condição, o sorriso que deveria lhe oferecer poderia ser mais fulgurante, mas o seu olhar profundo , as notas de Chopin, e o conceito de imortalidade ganha algum sentido...
O Kiai é um grito profundo que deve vir do baixo ventre e deve expressar toda a energia do ser naquele momento.
O ardor da expressão do desejo e as escalas da música se misturam na visão das gotas que escorrem naqueles instantes em que com certeza estás integrada ao cosmos.
Chopin e a chuva embalam a meditação da imortalidade.
Amar é estar integrada.


sábado, 2 de janeiro de 2010

Reflexões visuais 2009



















































































O Imperador perguntou ao mestre:
'' O que acontece a um homem iluminado após a morte?''
''Como eu poderei saber?'' respondeu o Mestre.
'' Porque o senhor é um mestre , não é?'' respondeu o Imperador, com rispidez.
''Sim , majestade, mas não sou um mestre morto.''

Ao som de Frederic Chopin.
Concerto para piano nº 2 em fá menor, op.21